A Mgilcomunicação esteve junto com a 2 M Motos ,representante da Wolver Motos, no Salão Bike Show que foi realizado no Riocentro do dia 26 ao dia 29/01/2012.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
YouTube apresenta melhorias em interface
Canal modifica layout de algumas páginas internas com objetivo de deixar a aparência das páginas internas com as mesmas características da principal
O YouTube modifica o layout de algumas páginas internas, como pesquisa, edição e gerenciamento de vídeos. O objetivo é deixar a aparência das páginas internas com as mesmas características da principal.
A página de pesquisas traz um espaço maior no menu esquerdo, onde o usuário pode selecionar entre as várias categorias do serviço. No centro da página é possível encontrar, separados em blocos, os vídeos mais vistos do dia, os recomendados para o usuário de acordo com os acessos. Além de assistir os vídeos em destaque de cada uma das categorias. Basta clicar em “Reproduzir tudo”, que todos os vídeos listados na categoria serão executados imediatamente.
O editor de vídeo também ganhou uma reformulação geral. Além de contar com a mesma aparência do restante do site, a página faz um melhor aproveitamento do espaço.
Na parte superior, o usuário tem a opção de selecionar quais conteúdos quer adicionar ao vídeo. No centro, à esquerda, todos os vídeos enviados ao servidor e, à direita, uma pré-visualização do resultado da produção. Na parte de baixo, o usuário conta com o storyboard (os itens da produção e os efeitos são inseridos).
O gerenciador de vídeos, que foi reformulado juntamente com a interface principal, apresenta pequenas melhorias. Os usuários contam com a opção de pesquisar os vídeos enviados e acompanhar melhor as estatísticas dos vídeos, sem precisar acessá-los individualmente.
Google, Microsoft e Facebook formam aliança contra SPAM
Gigantes da tecnologia, como Facebook, Google, Microsoft e Yahoo! se aliaram na luta contra o spam.
O grupo irá lançar o DMARC (Domain-based Message Authentication,
Reporting & Conformance), uma nova iniciativa tecnológica que irá
“reduzir o potencial de abuso por parte de e-mails e solucionar os
problemas relacionados a protocolos de autenticação”.
O DMARC é uma expansão da iniciativa “anti-phishing” da Agari, à qual
juntaram-se o Google, Microsoft, Yahoo! e AOL para ajudar na
autenticação de plataformas operadas pelo Facebook, YouSendIt e outros
serviços.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A mídia entre a fantasia e a realidade
Está na Folha de S.Paulo de domingo uma pesquisa
interessante sobre hábitos de consumo de mídia. Um estudo da
Universidade de Oregon, dos EUA, afirma, categoricamente, que o leitor
do impresso tem perfil mais engajado que o do online. Diz que ele retém
mais a informação por causa de seu estilo metódico, enquanto os
“digitais” optam por escanear o conteúdo. Participaram do experimento 45
estudantes leitores do jornal The New York Times, que se dividiram para
a leitura das duas versões.
Foi descoberto que, na média, o leitor do impresso recorda
"significativamente mais notícias" que o da versão online, numa escala
de 9,6 contra 7,3. Há na matéria declarações que comprovam a tese
lançada pela pesquisa: de que o tradicional papel facilita a lembrança
dos tópicos que apontam a essência de cada texto. Um dos entrevistados,
crítico da Reuters, confessa ter cancelado por um ano a assinatura
impressa do NYT porque achava que o acervo online seria suficiente.
Depois, repensou a decisão e renovou a assinatura ao notar que sua
capacidade de retenção havia sido afetada.
Uma segunda pesquisa
publicada ao lado, na mesma edição, também é otimista. Propôs-se a
entender o efeito causado pela publicidade, campo em que a constatação é
semelhante, embora aqui a diferença se mostrou mais significativa.
Descobriu-se que, por ser estática, a propaganda impressa atrai quase o
dobro da atenção concentrada no digital: a proporção é de 1,3 contra
0,7. Um dos motivos que explicam isso, segundo o texto, é o fato de a
internet ser efêmera em relação à tinta no papel. Interessante, não?
Mas apesar dos dados, há algo que não fecha nesta equação jornalística.
Mais uma vez é flagrada aqui a relação às vezes fantasiosa entre
índices de pesquisa e a realidade de mercado. Enquanto o estudo bate na
tecla da eficiência do meio impresso, os números de circulação e de
investimentos publicitários não param de cair, ou, no caso dos EUA, de
despencar. O declínio da indústria em relação ao digital fez com que o
próprio NYT vendesse 16 edições regionais no fim de 2011 para estancar
prejuízos. Isso não consta no texto.
No mercado norte-americano, pela primeira vez os anunciantes desviaram
as verbas de forma ostensiva. Em 2012, os veículos online vão receber
mais investimentos que os impressos, segundo estimativa feita pela eMarketer.
Serão US$ 39 bilhões frente a US$ 36 bilhões num claro movimento de
lógica do mercado, na intenção de dirigir o dinheiro para onde estão os
consumidores. Ainda que a pesquisa, feita com 45 pessoas, aponte que
propaganda na internet não seja tão eficaz assim.
Por aqui as coisas caminham para o mesmo fim. O início deste ano
representa um momento histórico para a mídia brasileira. Pela primeira
vez, a internet ultrapassa 10% de participação no bolo publicitário e já
se posiciona à frente da revista na preferência das marcas. A próxima
vítima é o jornal. Juntos, os impressos detêm menos de 20% do mercado,
segundo o IAB Brasil, num terreno em que seu porcentual já foi de 30%. A
renovação do cenário é, portanto, inevitável e até 2014 a internet
assumirá o segundo lugar em receita publicitária. Quer queiram, quer
não. Ainda que a pesquisa americana subestime seu poder.
Embora tenha tratado o tema com sobriedade e falado na coexistência
entre os meios, a Folha fez o que lhe convém: estampou a pesquisa na
capa da edição dominical para valorizar seu público e seus anunciantes.
Quis mandar um recado de que a coisa não está tão feia assim. Fica
evidente o desespero da indústria impressa em tentar maquiar a iminente
derrocada do jornal frente ao novo – e jovem - competidor. Não que eu
duvide da veracidade do estudo norte-americano. Mas o leitor tem direito
de saber para onde caminhamos.
9 motivos para empresas ficarem longe de redes sociais
Um estudo divulgado pelo Ibope Nielsen Online mostra que o Brasil
possui 46,3 milhões de usuários de redes sociais ativos em casa ou no
trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de 2011. Mas sua
empresa precisa estar nas redes sociais?
Para a empresa L3 CRM, ser capaz de monitorar tudo o que está sendo falado sobre a companhia não é motivo suficiente. “Apesar de parecer um ótimo negócio, estar nas mídias sociais não é para qualquer um”, destaca Leandro Lopes, diretor da empresa, que listou nove motivos para ficar longe desses sites:
1 – Conteúdo
Sua empresa tem algo a dizer que não se esgota nos canais de comunicação tradicionais, como site, newsletter e anúncios publicitários? Se estiver sem assunto, é melhor passar longe das redes sociais. Um perfil desatualizado pode passar uma imagem de desleixo, e você não quer esse valor aliado à sua marca, quer?
2 – Chatice
Se o discurso da sua empresa é chato e irrelevante, não há espaço para ele nas redes sociais. Isso porque as pessoas não têm tempo para ler ‘bobagem’. Elas podem até passar tempo demais na internet, mas não será lendo algo que não chama sua atenção;
3 – Motivo
Defina seus objetivos com cuidado. Simplesmente “quero minha empresa nas redes sociais” não é uma meta, e sim um meio para alcançar algo. Por que você quer estar presente? Quer gerar tráfego para o site? Aumentar seu cadastro de clientes em potencial? Gerar vendas? A simples presença de seus clientes (e concorrentes) não pode ser sua única motivação, ou você vai gastar tempo e dinheiro à toa;
4 – Tempo e dinheiro
Parece fácil e barato entrar nas redes sociais. Mas não é bem assim. Criar o perfil é grátis, mas desenvolver conteúdo para mantê-lo demanda o tempo de alguém, e isso tem custo;
5 – CRM 1.0
Como funciona sua relação com os clientes por vias tradicionais? Como anda seu site e SAC? A menos que tudo funcione às mil maravilhas, essa não é a hora de aventurar-se nas redes. Se sua empresa é ruim no CRM tradicional, como vai se comportar no relacionamento com o cliente 2.0? E não vale oferecer um serviço melhor para os clientes digitais. Para ter uma comunicação realmente eficiente com o cliente, ela precisa ser totalmente integrada: todos os setores precisam conhecê-lo e atendê-lo da melhor forma e no menor tempo possível. Sem uniformidade, é melhor ficar offline;
6 – Comunicação interna
Como funciona a relação com seus colaboradores? Não adianta propor um diálogo com clientes via redes sociais se sua empresa nunca conversou com os próprios funcionários. Eles são seu público-alvo número 1, seus maiores vendedores, mas quase sempre ficam completamente à parte de qualquer iniciativa criada online. Muitas vezes são proibidos de acessar essas redes no ambiente de trabalho. Manter uma relação digital aberta e direta será complicado se a empresa já gasta tempo e energia contra o chamado “rádio peão”;
7 – Medo
Você tem pavor de que falem mal da sua empresa? Lembre-se que, nas redes sociais, cada um diz o que bem entende. Os consumidores aproveitam esse espaço para emitir opiniões sobre diversos assuntos, incluindo as marcas que os agradam ou decepcionam. Alguém pode reclamar do seu produto ou serviço. E você não pode impedir isso. Há como responder de forma eficaz e conquistar aquele cliente de volta, mas não há a possibilidade de controle sobre o teor das conversas. Ou você se acostuma a lidar com isso, ou é melhor ficar de fora;
8 – Conhecimento
O mercado não disponibiliza somente duas opções de redes sociais. Por isso, conhecer seu público-alvo e saber que mensagem você quer passar são essenciais na hora de escolher o melhor canal de comunicação. Pode ser que seu cliente goste de podcasts e você continua insistindo em apresentações por slide;
9 – Resultados
Você queria entrar nas redes sociais para saber mais sobre seu cliente. E agora? Reunir um monte de dados não é garantia de que você vai entender melhor esse consumidor e vender mais. A empresa precisa ter um objetivo claro de como utilizará a informação. Estratégia é tudo. E nas redes sociais não poderia ser diferente.
Para a empresa L3 CRM, ser capaz de monitorar tudo o que está sendo falado sobre a companhia não é motivo suficiente. “Apesar de parecer um ótimo negócio, estar nas mídias sociais não é para qualquer um”, destaca Leandro Lopes, diretor da empresa, que listou nove motivos para ficar longe desses sites:
1 – Conteúdo
Sua empresa tem algo a dizer que não se esgota nos canais de comunicação tradicionais, como site, newsletter e anúncios publicitários? Se estiver sem assunto, é melhor passar longe das redes sociais. Um perfil desatualizado pode passar uma imagem de desleixo, e você não quer esse valor aliado à sua marca, quer?
2 – Chatice
Se o discurso da sua empresa é chato e irrelevante, não há espaço para ele nas redes sociais. Isso porque as pessoas não têm tempo para ler ‘bobagem’. Elas podem até passar tempo demais na internet, mas não será lendo algo que não chama sua atenção;
3 – Motivo
Defina seus objetivos com cuidado. Simplesmente “quero minha empresa nas redes sociais” não é uma meta, e sim um meio para alcançar algo. Por que você quer estar presente? Quer gerar tráfego para o site? Aumentar seu cadastro de clientes em potencial? Gerar vendas? A simples presença de seus clientes (e concorrentes) não pode ser sua única motivação, ou você vai gastar tempo e dinheiro à toa;
4 – Tempo e dinheiro
Parece fácil e barato entrar nas redes sociais. Mas não é bem assim. Criar o perfil é grátis, mas desenvolver conteúdo para mantê-lo demanda o tempo de alguém, e isso tem custo;
5 – CRM 1.0
Como funciona sua relação com os clientes por vias tradicionais? Como anda seu site e SAC? A menos que tudo funcione às mil maravilhas, essa não é a hora de aventurar-se nas redes. Se sua empresa é ruim no CRM tradicional, como vai se comportar no relacionamento com o cliente 2.0? E não vale oferecer um serviço melhor para os clientes digitais. Para ter uma comunicação realmente eficiente com o cliente, ela precisa ser totalmente integrada: todos os setores precisam conhecê-lo e atendê-lo da melhor forma e no menor tempo possível. Sem uniformidade, é melhor ficar offline;
6 – Comunicação interna
Como funciona a relação com seus colaboradores? Não adianta propor um diálogo com clientes via redes sociais se sua empresa nunca conversou com os próprios funcionários. Eles são seu público-alvo número 1, seus maiores vendedores, mas quase sempre ficam completamente à parte de qualquer iniciativa criada online. Muitas vezes são proibidos de acessar essas redes no ambiente de trabalho. Manter uma relação digital aberta e direta será complicado se a empresa já gasta tempo e energia contra o chamado “rádio peão”;
7 – Medo
Você tem pavor de que falem mal da sua empresa? Lembre-se que, nas redes sociais, cada um diz o que bem entende. Os consumidores aproveitam esse espaço para emitir opiniões sobre diversos assuntos, incluindo as marcas que os agradam ou decepcionam. Alguém pode reclamar do seu produto ou serviço. E você não pode impedir isso. Há como responder de forma eficaz e conquistar aquele cliente de volta, mas não há a possibilidade de controle sobre o teor das conversas. Ou você se acostuma a lidar com isso, ou é melhor ficar de fora;
8 – Conhecimento
O mercado não disponibiliza somente duas opções de redes sociais. Por isso, conhecer seu público-alvo e saber que mensagem você quer passar são essenciais na hora de escolher o melhor canal de comunicação. Pode ser que seu cliente goste de podcasts e você continua insistindo em apresentações por slide;
9 – Resultados
Você queria entrar nas redes sociais para saber mais sobre seu cliente. E agora? Reunir um monte de dados não é garantia de que você vai entender melhor esse consumidor e vender mais. A empresa precisa ter um objetivo claro de como utilizará a informação. Estratégia é tudo. E nas redes sociais não poderia ser diferente.
Justiça derruba resolução da Anvisa
RDC proposta em 2009 para regulamentar publicidade de medicamentos foi considerada inconstitucional pela 4ª vara Federal de Brasília
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sofreu um revés na
Justiça Federal. A Resolução RDC 96/08, que propunha nova regulamentação
publicidade de medicamentos, foi considerada insconstitucional pelo
juiz Tales Krauss Queiroz, da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de
Brasília. Em sua decisão, o magistrado afirma que “a agência estava
extrapolando suas atribuições e infringindo legislação já existente
sobre publicidade e propaganda de medicamentos”. O juiz ressalta que a
resolução da Anvisa ofende o princípio da legalidade, por criar
obrigações sobre propaganda e publicidade de medicamentos que, de acordo
com a Constituição, apenas poderiam ser disciplinadas por lei, ou seja,
pelo poder legislativo.
A anulação da RDC tem como base a Lei 9.294/96 que já restringe o uso e a propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas, nos termos do § 4° do art. 220 da Constituição Federal. Na prática, a suspensão dos efeitos da RDC já havia sido deferida no ano passado, em antecipação de tutela, pela Juíza Federal da 20ª Vara da Seção Judiciária de Brasília, Marina Rocha Cavalcanti Barros, que havia determinado que a Anvisa deixasse de aplicar aos associados da ABRA qualquer penalidade por eventual descumprimento da RDC 96/08 até o julgamento final da ação. Mesmo com a decisão final de Tales Krauss Queiroz, ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 1° Região.
A anulação da RDC tem como base a Lei 9.294/96 que já restringe o uso e a propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas, nos termos do § 4° do art. 220 da Constituição Federal. Na prática, a suspensão dos efeitos da RDC já havia sido deferida no ano passado, em antecipação de tutela, pela Juíza Federal da 20ª Vara da Seção Judiciária de Brasília, Marina Rocha Cavalcanti Barros, que havia determinado que a Anvisa deixasse de aplicar aos associados da ABRA qualquer penalidade por eventual descumprimento da RDC 96/08 até o julgamento final da ação. Mesmo com a decisão final de Tales Krauss Queiroz, ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 1° Região.
Apenas 1% dos fãs do Facebook se engaja
Usuários da rede social não estão próximos das marcas, aponta estudo do Instituto Ehrenberg-Bass
Já há alguns anos as marcas estão encarando o número de “likes” no
Facebook como a prova de sua perspicácia nas mídias sociais. Mas quantos
desses fãs estão realmente preocupados em manter um diálogo com as
marcas? Não muitos, como se vê.
Pouco mais de 1% dos fãs das maiores marcas no Facebook estão realmente engajados com as marcas, de acordo com um estudo do Instituto Ehrenberg-Bass, sediado na Austrália, que conta com Procter & Gamble, Coca-Cola e outros grandes anunciantes como seus apoiadores.
Para chegar a estas conclusões, os pesquisadores usaram uma das métricas próprias do Facebook, a People Talking About This, ferramenta que analisa a contagem de likes, posts, comentários, tags, ações e outras maneiras que um usuário da rede social pode interagir com as páginas das marcas. A nova métrica foi apresentada no ano passado como uma forma de dar aos anunciantes uma imagem mais nítida no nível de atividade em suas páginas.
Os pesquisadores do instituto fizeram uma relação entre essa métrica e o crescimento geral de fãs das 200 maiores marcas no Facebook ao longo de um período de seis semanas em outubro. E descobriram que o percentual de fãs que interagem com o conteúdo das marcas, em geral, é de 1,3%.
Se você subtrair os novos “likes” e isolar para as formas mais engajadas de interação, o número é ainda menor: 0,45%. Isso significa que menos de meio por cento de pessoas que assumem gostar da marca por meio de um “like” realmente se preocupa em criar qualquer conteúdo em torno dela.
Você pode supor que estes números são condenatórios. Mas isso não é necessariamente o caso.
"Eu não acho que isso é uma coisa ruim", disse Karen Nelson-Field, pesquisadora sênior associada do Instituto Ehrenberg-Bass, que se descreve como uma “advogada do Facebook". "As pessoas precisam entender o que ele pode fazer por uma marca e o que não pode fazer. O Facebook não difere muito dos meios de comunicação de massa. É muito bom ter um alcance decente, mas mudar a forma como as pessoas interagem com uma marca em uma noite é apenas irreal".
O pano de fundo aqui é o pensamento de Andrew Ehrenberg, o matemático que era altamente cético em relação à sabedoria convencional de marketing. Em artigos densos, ele lançou dúvidas sobre conceitos como lealdade à marca e nunca se convenceu do poder persuasivo da publicidade. Agora seus discípulos defendem a conquista do amplo alcance através da mídia de massa. O crescimento da marca, segundo eles, não depende de alguns fãs leais, mas de um número maior de compradores leves e médios. Neste raciocínio de marketing e mídia, social é apenas mais um canal de mídia útil pelo seu alcance e não pelo conceito de engajamento.
Esta pesquisa brinca com este pensamento assim como um estudo independente da senhorita Nelson-Field que analisa a distribuição do comportamento de compra entre as bases de fãs do Facebook. Nesse estudo, ela usou paineis de consumidores baseados na web para examinar o comportamento dos fãs de Facebook de duas marcas anônimas das categorias de chocolate e refrigerantes. A principal conclusão foi uma ocorrência muito maior de compradores fortes na população do Facebook do que em uma população mais geral de clientes. O estudo também descobriu que a frequência de compra não aumentou depois que alguém se tornou um fã.
Em outras palavras, a base de fãs do Facebook tende a se tornar heavy buyer mais do que os consumidores casuais, que são aqueles que as marcas precisam para crescer. Mais uma vez, a menos que você acredite que apenas o marketing no Facebook constitua uma estratégia completa, ou esteja alinhando ao inevitável IPO do Facebook, essa notícia não é totalmente ruim. O Facebook tem um bom alcance e sua audiência de fãs leais é boa para pesquisas de mercado e para a propaganda boca a boca.
Se há uma cautela geral, é contra, nas palavras da senhorita Nelson-Field, “colocar uma quantidade desproporcional de esforço em engajamento e estratégias para levar as pessoas a falar sobre uma marca, quando se deveria estar gastando mais tempo para conquistar consumidores leves".
Pouco mais de 1% dos fãs das maiores marcas no Facebook estão realmente engajados com as marcas, de acordo com um estudo do Instituto Ehrenberg-Bass, sediado na Austrália, que conta com Procter & Gamble, Coca-Cola e outros grandes anunciantes como seus apoiadores.
Para chegar a estas conclusões, os pesquisadores usaram uma das métricas próprias do Facebook, a People Talking About This, ferramenta que analisa a contagem de likes, posts, comentários, tags, ações e outras maneiras que um usuário da rede social pode interagir com as páginas das marcas. A nova métrica foi apresentada no ano passado como uma forma de dar aos anunciantes uma imagem mais nítida no nível de atividade em suas páginas.
Os pesquisadores do instituto fizeram uma relação entre essa métrica e o crescimento geral de fãs das 200 maiores marcas no Facebook ao longo de um período de seis semanas em outubro. E descobriram que o percentual de fãs que interagem com o conteúdo das marcas, em geral, é de 1,3%.
Se você subtrair os novos “likes” e isolar para as formas mais engajadas de interação, o número é ainda menor: 0,45%. Isso significa que menos de meio por cento de pessoas que assumem gostar da marca por meio de um “like” realmente se preocupa em criar qualquer conteúdo em torno dela.
Você pode supor que estes números são condenatórios. Mas isso não é necessariamente o caso.
"Eu não acho que isso é uma coisa ruim", disse Karen Nelson-Field, pesquisadora sênior associada do Instituto Ehrenberg-Bass, que se descreve como uma “advogada do Facebook". "As pessoas precisam entender o que ele pode fazer por uma marca e o que não pode fazer. O Facebook não difere muito dos meios de comunicação de massa. É muito bom ter um alcance decente, mas mudar a forma como as pessoas interagem com uma marca em uma noite é apenas irreal".
O pano de fundo aqui é o pensamento de Andrew Ehrenberg, o matemático que era altamente cético em relação à sabedoria convencional de marketing. Em artigos densos, ele lançou dúvidas sobre conceitos como lealdade à marca e nunca se convenceu do poder persuasivo da publicidade. Agora seus discípulos defendem a conquista do amplo alcance através da mídia de massa. O crescimento da marca, segundo eles, não depende de alguns fãs leais, mas de um número maior de compradores leves e médios. Neste raciocínio de marketing e mídia, social é apenas mais um canal de mídia útil pelo seu alcance e não pelo conceito de engajamento.
Esta pesquisa brinca com este pensamento assim como um estudo independente da senhorita Nelson-Field que analisa a distribuição do comportamento de compra entre as bases de fãs do Facebook. Nesse estudo, ela usou paineis de consumidores baseados na web para examinar o comportamento dos fãs de Facebook de duas marcas anônimas das categorias de chocolate e refrigerantes. A principal conclusão foi uma ocorrência muito maior de compradores fortes na população do Facebook do que em uma população mais geral de clientes. O estudo também descobriu que a frequência de compra não aumentou depois que alguém se tornou um fã.
Em outras palavras, a base de fãs do Facebook tende a se tornar heavy buyer mais do que os consumidores casuais, que são aqueles que as marcas precisam para crescer. Mais uma vez, a menos que você acredite que apenas o marketing no Facebook constitua uma estratégia completa, ou esteja alinhando ao inevitável IPO do Facebook, essa notícia não é totalmente ruim. O Facebook tem um bom alcance e sua audiência de fãs leais é boa para pesquisas de mercado e para a propaganda boca a boca.
Se há uma cautela geral, é contra, nas palavras da senhorita Nelson-Field, “colocar uma quantidade desproporcional de esforço em engajamento e estratégias para levar as pessoas a falar sobre uma marca, quando se deveria estar gastando mais tempo para conquistar consumidores leves".
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Parceria Oxford - Peixe Urbano
O Curso Oxford em parceria com a Mgilcomunicação e o Peixe Urbano está oferecendo desconto para esse semestre nas suas 4 filiais, as aulas começam agora em Fevereiro. Então não perca tempo e garanta já a sua matrícula.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Novidades Oxford
Veja em primeira mão a Campanha que o Curso Oxford junto com a Mgilcomunicação leva amanhã para as ruas do Rio de Janeiro.
E teremos mais novidades aguardem.
Telefonia móvel deve crescer 13,67% em 2012
Segmento sofrerá desaceleração, sendo que a previsão para 2012 é de 33,1 milhões de novas linhas
Em dezembro de 2011, o setor de telefonia móvel registrou o maior número
de habilitações na história do Brasil, e analistas acreditam que esse
ritmo de crescimento deve ser um pouco mais lento em 2012. De acordo com
dados na Anatel, em dezembro foram realizados 6,1 milhões de acessos
móveis, elevando o número de acessos móveis no país para 242,2 milhões,
caracterizando assim um mercado em expansão, com penetração superior a
100%.
Segundo Diego Aragão, da corretora Flow, a telefonia móvel terá um crescimento de 13,67% nesse ano, alcançando 275,3 milhões de acessos. Porém esse segmento sofrerá uma pequena desaceleração, uma vez que em 2011 foram 39,3 milhões de novas linhas e a previsão para 2012 é de 33,1 milhões de novas linhas.
Analistas afirmam que essa desaceleração vem sendo esperada já faz algum tempo, mas que nunca se concretizou. Eles acreditam que a base continuará crescendo, porém em um ritmo mais lento do que 2011. As operadoras móveis e sua diversidade de planos impulsionam cada vez mais o setor, com planos específicos para smartphones ou tablets e o avanço dos planos pré-pagos. Além disso, os aparelhos que aceitam mais de um chip ajudam nesse crescimento, permitindo que usuários alterem as operadoras em um mesmo aparelho.
Contudo, analistas do Barclays, afirmam que as operadoras vão preferir o crescimento das receitas de cada acesso móvel do que o crescimento do número de acessos. Uma vez que o mercado está com mais de 100% de penetração, é preciso agora aumentar o consumo de dados.
Segundo Diego Aragão, da corretora Flow, a telefonia móvel terá um crescimento de 13,67% nesse ano, alcançando 275,3 milhões de acessos. Porém esse segmento sofrerá uma pequena desaceleração, uma vez que em 2011 foram 39,3 milhões de novas linhas e a previsão para 2012 é de 33,1 milhões de novas linhas.
Analistas afirmam que essa desaceleração vem sendo esperada já faz algum tempo, mas que nunca se concretizou. Eles acreditam que a base continuará crescendo, porém em um ritmo mais lento do que 2011. As operadoras móveis e sua diversidade de planos impulsionam cada vez mais o setor, com planos específicos para smartphones ou tablets e o avanço dos planos pré-pagos. Além disso, os aparelhos que aceitam mais de um chip ajudam nesse crescimento, permitindo que usuários alterem as operadoras em um mesmo aparelho.
Contudo, analistas do Barclays, afirmam que as operadoras vão preferir o crescimento das receitas de cada acesso móvel do que o crescimento do número de acessos. Uma vez que o mercado está com mais de 100% de penetração, é preciso agora aumentar o consumo de dados.
Facebook seria o bote salva-vidas da economia da Europa? Veja números surpreendentes
Um estudo da Deloitte mostra que o Facebook é muito
mais do que simples trocas de mensagens e postagens de fotos, ao menos para a
economia europeia - "Aumentar o tráfego de mídias sociais significa
desenvolvimento e mais empregos", frisou a COO do Facebook, Sheryl Sandberg,
durante a conferência DLD, na Alemanha. Segundo o estudo, o Facebook contribuiu
com mais de USD$ 3,4 bilhões no PIB do Reino Unido, e com mais de USD$ 19,7
bilhões em toda a União Europeia. De acordo com a rede social, ao menos 7.500
empregos são gerados apenas pelas transações que envolvem o desenvolvimento de
apps para o Facebook, a chamada 'app economy'.
Sheryl ressalta que o crescimento econômico alavancado pelas mídias sociais não vai acontecer sozinho, e que é preciso que se invista em educação, treinamento e tecnologia - e o Facebook já está em parceria com o governo britânico para oferecer treinamento especializado para jovens interessados em trabalhar em empresas digitais, criativas ou de alta tecnologia. Na tentativa de incentivar ainda mais o setor, a rede social oferecerá USD$ 6,5 milhões em créditos em anúncios na rede social para auxiliar cerca de 50 mil pequenas empresas em toda a UE. Seria o Facebook o bote salva-vidas da economia do velho mundo?
Sheryl ressalta que o crescimento econômico alavancado pelas mídias sociais não vai acontecer sozinho, e que é preciso que se invista em educação, treinamento e tecnologia - e o Facebook já está em parceria com o governo britânico para oferecer treinamento especializado para jovens interessados em trabalhar em empresas digitais, criativas ou de alta tecnologia. Na tentativa de incentivar ainda mais o setor, a rede social oferecerá USD$ 6,5 milhões em créditos em anúncios na rede social para auxiliar cerca de 50 mil pequenas empresas em toda a UE. Seria o Facebook o bote salva-vidas da economia do velho mundo?
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Campanha Celso Lisboa
Entrou hoje no ar a Campanha do Centro Universitário Celso Lisboa em parceria com a Mgilcomunicação que dá desconto de 30% na mensalidade para alunos novos. Veja como ficou:
Aproveite e visite o site: www.celsolisboa.com.br
Redes sociais em alta nas empresas
Estudo divulgado pela empresa de segurança de redes Palo Alto Networks mostra um crescimento impressionante do uso dos sites de relacionamento no ambiente de trabalho, registrando um crescimento de 300% no uso das mídias sociais no segundo semestre de 2011, em comparação ao mesmo período em 2010.
O Twitter, em especial, mostrou um dramático aumento de popularidade no ambiente corporativo, sendo que seu uso cresceu mais 700% na comparação ano a ano.
Os funcionários também estão migrando para outras redes sociais. Desde outubro de 2010, o consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros plug-ins sociais saltaram significativamente. Quando mensurada a porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, foi registrado um aumento de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011, revelou o estudo.
O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.
O Twitter, em especial, mostrou um dramático aumento de popularidade no ambiente corporativo, sendo que seu uso cresceu mais 700% na comparação ano a ano.
Os funcionários também estão migrando para outras redes sociais. Desde outubro de 2010, o consumo de banda para publicações em sites de relacionamento, aplicativos de Facebook e outros plug-ins sociais saltaram significativamente. Quando mensurada a porcentagem total de rede usada para acessar redes sociais, foi registrado um aumento de 5% em outubro de 2010 para 25% em dezembro de 2011, revelou o estudo.
O compartilhamento de arquivos via navegador também aumentou. Sites de compartilhamento de arquivos apareceram nas redes de 92% das organizações que participaram da pesquisa.
Agora É Tarde no ar também na rádio
O programa de entrevistas Agora É Tarde, comandado pelo humorista Danilo
Gentilli, chega às ondas do rádio a partir do dia 24 de janeiro. A
emissora passará a veicular, simultaneamente, a atração também na rádio
BandNews FM, que leva seu sinal para as praças de São Paulo, Campinas,
Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Brasília,
Curitiba e Ribeirão Preto.
Com isso, o talk show de Gentilli ganha mais um ponto de contato com o público. Além da TV, o programa que vai ao ar no início das madrugadas da Band também pode ser assistido pela internet, no site oficial da emissora.
A experiência de transmissão simultânea na TV e na rádio já é feita pela emissora com o Jornal da Band, que vai ao ar diariamente na telinha e na BandNews FM
Com isso, o talk show de Gentilli ganha mais um ponto de contato com o público. Além da TV, o programa que vai ao ar no início das madrugadas da Band também pode ser assistido pela internet, no site oficial da emissora.
A experiência de transmissão simultânea na TV e na rádio já é feita pela emissora com o Jornal da Band, que vai ao ar diariamente na telinha e na BandNews FM
TV paga cresce mais de 30% em 2011
Setor encerrou o ano com mais de 12,7 milhões de assinantes no Brasil
Considerando os critérios populacionais do IBGE, a Anatel estima que mais de 42 milhões de brasileiros já tenham acessos aos canais pagos em suas residências. Somente no mês de dezembro, 301,7 mil novos lares aderiram ao serviço.
A região Sudeste ainda é a área do Brasil com maior número de assinantes do serviço (mais de 8,2 milhões de lares). Apesar disso, são as regiões Nordeste e Norte que registraram as maiores taxas de crescimento da penetração da TV paga no ano passado: a primeira expandiu a base de assinantes em 50%, enquanto a região Norte cresceu 47,8%.
Em termos da tecnologia utilizada para o fornecimento do serviço, o satélite manteve uma ligeira vantagem. Do total dos assinantes do serviço, 54,8% recebe a transmissão do sinal pelo satélite, enquanto 44,5% o recebem via cabo.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Twitter pode chegar aos 500 milhões de usuários em fevereiro
Twopcharts afirma que são 11 novos usuários por segundo. Microblog possui atualmente 466 milhões de contas
Estimativas do site Twopcharts afirmam que o Twitter está ganhando 11 novos usuários por segundo e poderá atingir meio bilhão de usuários em fevereiro. De acordo com o Twopcharts, existem atualmente 466 milhões de contas no Twitter,
sendo que mais de 800 mil foram feitas apenas nas últimas 24 horas. O
microblog atingiu 300 milhões de cadastros em maio de 2011. Vale
ressaltar que o Facebook bateu essa marca em 2010 e deve chegar a 1
bilhão de usuários até agosto.
Anúncios digitais: MediaMind cria guia de boas práticas
Empresa apresenta sete recomendações para auxiliar anunciantes a criarem campanha online com alto alcance e performance
A MediaMind Technologies, empresa que atua no fornecimento de soluções de publicidade digital integrada, criou um guia de de boas práticas para anúncios digitais.
A empresa analisou a performance de mais de 300 mil anúncios Rich Media
com mais de 100 bilhões de impressões servidas em todo o mundo. O guia
traz sete recomendações que auxiliam anunciantes a criarem campanhas online capazes de obter altos índices de alcance e de performance.
1. Utilize vídeos:
O vídeo atrai mais usuários e faz com que eles dediquem mais tempo ao
anúncio, porque chama mais a atenção O estudo aponta que os anúncios com
vídeos aumentam o tempo de exposição dos internautas em 22%.2. Deixe seu vídeo se iniciar automaticamente: Ao se utilizar um vídeo em uma campanha online, o usuário não deve apertar o botão ‘play’. Um vídeo com inicialização automatica se destaca mais no conteúdo da página e aumenta, portanto, a visibilidade, a atenção e o engajamento do internauta.
3. Ajuste o anúncio ao conteúdo da página: Os anúncios posicionados junto a conteúdos relevantes, como, por exemplo, música, entretenimento, finanças, páginas iniciais, tecnologia ou seções infantis, obtêm melhores resultados que os anúncios situados em espaços menos específicos ou em redes sociais.
4.Recorra a formatos Rich Media e mais visíveis: Por conta dos objetivos da campanha, recomenda-se a utilização de diferentes formatos. Se a meta é obter o maior tempo de exposição ativa possível, deverão ser usados formatos com os quais o usuário possa interagir, como o Homepage Takeover, o Banner Expansível ou o Amplificador de Vídeo. Se o objetivo é conseguir mais impacto e elevar a média de impressões, os Floating Ads (anúncios flutuantes) e os Overlays (sobrepostos) são os mais indicados.
5.Use anúncios sincronizados: Os anúncios que ocupam duas posições diferentes e criam uma experiência unificada, desviam a atenção do conteúdo do publisher e aumentam a visibilidade sem parecerem intrusivos. Uma de suas principais vantagens é que os banners podem interagir entre si e, dessa forma, ocupam uma porção maior da página para transmitir a mensagem. Portanto, os anúncios sincronizados são mais eficientes que os anúncios posicionados de forma convencional na mesma página.
6.Aproveite a otimização criativa dinâmica: A otimização criativa (Smart Versioning) permite aos anunciantes oferecerem peças publicitárias sob medida, contribuindo para a eficiência máxima dos anúncios. Trata-se de um algoritmo de aprendizagem alimentado constantemente de acordo com as ações dos usuários ao interagirem com a campanha. O algoritmo muda o criativo em função das respostas recebidas, podendo fornecer a versão mais adequada para cada um dos internautas.
7. Inclua o Ad Exchange às compras de espaço publicitário: A aquisição de espaços publicitários no mercado ‘Ad Exchange’ pode ser uma excelente maneira de aumentar o ROI (Retorno sobre Investimento) e reduzir os custos por conversão, pois permite entregar campanhas dirigidas a alguns usuários específicos, ao invés de difundir a publicidade apenas em páginas tradicionais.
Facebook supera Orkut no Brasil
Maior rede social do mundo ultrapassa o serviço do Google em mais de 1,5 milhão de visitantes
O Facebook, maior rede social do mundo, com mais de 800 milhões de
usuários, assume a liderança do segmento de social networking no Brasil,
com 36,1 milhões de visitantes em dezembro do ano passado. No mesmo
período, o Orkut, que era a rede social mais popular no País, registrou
34,4 milhões de visitantes. Os dados são da empresa de medição comScore e
reafirmam os números do Ibope Nielsen Online que, em setembro do ano
passado, divulgou que o Facebook já havia passado o Orkut: na ocasião, o
instituto informou que o Facebook tinha 30,9 milhões de brasileiros
cadastrados ante os 29 milhões do Orkut.
Procurado por este veículo, o Google não quis comentar o dado. Por meio da assessoria de imprensa, o Facebook respondeu que não comenta a pesquisa da comScore e afirma que, oficialmente, a rede tem 30 milhões de usuários ativos no Brasil. Já o site Social Bakers contabiliza 35 milhões de pessoas cadastradas e coloca o Facebook como o quarto país no ranking global, atrás dos EUA, Indonésia e China
Conforme a comScore, o crescimento do Facebook no ano passado foi de 192%. A rede triplicou de tamanho. Com toda essa expansão, o Orkut, contudo, ainda conseguiu aumentar sua própria audiência em 5%. Outra rede social, o Windows Live Profile, da Microsoft, ficou em terceiro lugar, com 13,3 milhões de visitantes (expansão de 13%), seguida pelo microblog Twitter, com 12,5 milhões de visitantes (40% de crescimento). Ainda, Vostu e Tumblr crescera, 338%, para 4,9 milhões de visitantes, e 206%, para 4 milhões de visitantes, respectivamente. O estreante Google + atraiu 4,3 milhões de visitantes em dezembro do ano passado. Combinados, o Orkut e o Google + atraíram 34,9 milhões de visitantes e, mesmo assim, ficaram atrás do Facebook. Finalmente, a rede social profissional LinkedIn figura entre os sites sociais mais visitados, com 3,1 milhões de visitantes.
Procurado por este veículo, o Google não quis comentar o dado. Por meio da assessoria de imprensa, o Facebook respondeu que não comenta a pesquisa da comScore e afirma que, oficialmente, a rede tem 30 milhões de usuários ativos no Brasil. Já o site Social Bakers contabiliza 35 milhões de pessoas cadastradas e coloca o Facebook como o quarto país no ranking global, atrás dos EUA, Indonésia e China
Conforme a comScore, o crescimento do Facebook no ano passado foi de 192%. A rede triplicou de tamanho. Com toda essa expansão, o Orkut, contudo, ainda conseguiu aumentar sua própria audiência em 5%. Outra rede social, o Windows Live Profile, da Microsoft, ficou em terceiro lugar, com 13,3 milhões de visitantes (expansão de 13%), seguida pelo microblog Twitter, com 12,5 milhões de visitantes (40% de crescimento). Ainda, Vostu e Tumblr crescera, 338%, para 4,9 milhões de visitantes, e 206%, para 4 milhões de visitantes, respectivamente. O estreante Google + atraiu 4,3 milhões de visitantes em dezembro do ano passado. Combinados, o Orkut e o Google + atraíram 34,9 milhões de visitantes e, mesmo assim, ficaram atrás do Facebook. Finalmente, a rede social profissional LinkedIn figura entre os sites sociais mais visitados, com 3,1 milhões de visitantes.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Há muito a aprender sobre o Facebook
A base de usuários no Brasil cresce, mas as marcas estão aquém da plena utilização dos recursos da plataforma. A rede investe em educação do mercado
Extraoficialmente, o Brasil se tornou o quarto país no ranking
geral do Facebook. Em dezembro, segundo o Social Bakers, especializado
em estatísticas de mídia social, a rede de Mark Zuckerberg superou 35
milhões de usuários no País, atrás apenas de EUA, Indonésia e Índia. No
dia 4 de janeiro, a ZenithOptimedia confirmou a posição, mostrando que
entre os brasileiros o Facebook crescera 298% em um ano, a maior taxa na
análise global.
O ritmo de expansão por aqui é comemorado pelo próprio Zuckerberg, como revela Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para América Latina. Em 2011, quando fez uma imersão na sede antes de inaugurar o escritório em São Paulo, Hohagen se encontrou com o jovem fundador da empresa. “Ele estava super entusiasmado, querendo saber o que eu estava vendo, como iria ficar, se o crescimento é consistente com as minhas expectativas”, conta.
O ritmo de expansão por aqui é comemorado pelo próprio Zuckerberg, como revela Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para América Latina. Em 2011, quando fez uma imersão na sede antes de inaugurar o escritório em São Paulo, Hohagen se encontrou com o jovem fundador da empresa. “Ele estava super entusiasmado, querendo saber o que eu estava vendo, como iria ficar, se o crescimento é consistente com as minhas expectativas”, conta.
Um dos aspectos que estão sendo trabalhados
pelo Facebook na região é a educação do mercado. Segundo Hohagen, “a
ideia do anúncio social, com as pessoas curtindo ou comentando sobre uma
marca, é algo que no Brasil ainda não está tão desenvolvido.”
Crescimento do Facebook no Brasil
“Os números são muito dinâmicos. Os países estão mudando de acordo com o crescimento. Obviamente, os mais maduros têm menor crescimento porque têm uma base instalada maior. No nosso caso, estamos crescendo muito e rapidamente. Oficialmente, chegamos a 30 milhões de usuários (em novembro passado). Se pegarmos o tempo em que estávamos com 25 milhões (agosto de 2011) para agora, então, verificamos que o crescimento diário do Facebook tem sido bastante acelerado. Essa dinâmica dos países também tem mudado muito rapidamente.”
Razão da expansão no País
“O que está acontecendo agora é que o Facebook chegou num nível de utilização que faz com que o crescimento venha naturalmente. Quando você tem ainda uma baixa penetração no mercado total de internet, mas vê que o produto está crescendo rapidamente, a tendência é que esse aumento se acelere quando tiver massa crítica. É o mesmo do que acontece com uma festa. Ela só bomba realmente quando mais da metade do lugar está ocupada. O que ocorre é isso: como cresce a base muito rapidamente, cada vez mais essas pessoas que estão lá convidam mais amigos. Então, é tendência de aumento mesmo, até a gente chegar num momento de penetração maior. Nos países mais maduros, o avanço vem do crescimento orgânico da internet como um todo. A gente ainda está longe disso. Se a gente tem 80 milhões de pessoas conectadas e o Facebook tem 30 milhões, nossa base não chegou nem a 50%.”
Efeito do filme “A Rede Social” (*)
“O filme ajudou a divulgar. Foi um marketing espontâneo. Mas o fator principal, não foi. Foi chegar num nível de utilização do jeito que chegamos em janeiro (2011), assim você começa a ver esse crescimento geométrico. Temos uma análise. Quando mais de 80% das interações acontecem dentro do próprio país, a gente sabe que atingiu o tipping point. E, nesse caso, o crescimento passa a ser em proporções geométricas. Esse estágio nós atingimos em fevereiro (2011) – e em grande parte pelas férias de verão. O Facebook vinha com um crescimento em 2010, aí vieram as férias de verão e as pessoas se conheceram, trocaram e-mails e seus perfis nas redes sociais. A gente observou isso. Até 2010, grande parte das interações acontecia entre brasileiros e pessoas que moravam fora. A partir de fevereiro e março, começamos a observar que as interações são muito mais fortes internamente.”
Diferença do brasileiro para os demais usuários do Facebook (*)
“A principal é na média de amigos (a geral é 130 por pessoa). O brasileiro – e o latino no geral – é um povo muito social. E se destaca por ter mais amigos na média. Ter vários amigos está diretamente relacionado a questões culturais. Quando você passa a navegar com sua identidade real – e esse é um grande diferencial do Facebook –, e não um apelido, a chance de se conectar com mais pessoas que são realmente do círculo de amizade é muito maior. Essa talvez seja a característica mais importante. O número de horas navegadas também é maior. Já é mais tempo do que o dedicado a qualquer outro site no Brasil. Para a gente foi interessante: o brasileiro navega mais tempo no Facebook do que nas redes sociais.”
Importância do like (curtir)
“O like amplifica o conceito mais tradicional do boca a boca. A partir do momento que se dá um like, você mostra para os seus amigos que gostou de uma marca. Esse é o valor da publicidade social. As empresas estão começando a olhar para a importância do like agora, isso principalmente no Brasil e na América Latina, que são regiões menos envolvidas na questão da mídia social do que EUA e Inglaterra. O Guaraná Antarctica descobriu o poder do like. Ele fez um trabalho fenomenal e já tem mais de dois milhões de fãs. Foi a primeira marca a atingir essa marca na América Latina.”
Desafios do Brasil e da América Latina
“Vamos lembrar que o Facebook no Brasil estava muito menos avançado do que em outros países como Argentina, México e Chile. Porque o brasileiro convivia com outra rede social muito forte. A penetração do Facebook no Chile, por exemplo, é de quase 95% da população online. No México, 85%. E na Argentina, 80%. Por aqui ainda é menos da metade. O desafio maior que a gente tem é fazer com que o mercado publicitário online desses outros países caminhe na velocidade do Brasil. A gente vive essa dualidade. Por um lado, o Facebook começa a ser mais relevante aqui, depois de outros países. Por outro, a publicidade online no Brasil, no geral, é muito mais avançada, em comparação ao estágio em que estão México, Argentina, Chile e Colômbia. O nível de investimento é maior, o e-commerce é mais avançado. Por isso, a gente tem apostado tanto na operação brasileira. Essa combinação dos dois lados mostra a oportunidade de crescimento que temos.”
Educar o mercado publicitário
“A relação que os usuários têm com o Facebook é pessoal. Eles conhecem o Facebook para estabelecer, compartilhar e se conectar com pessoas, e não com marcas ainda. O desafio, portanto, é fazer com que essas pessoas que já estão lá e tem uma relação quase emocional com a plataforma entendam como usar isso para os negócios. Por exemplo, a ideia do anúncio social, com as pessoas curtindo ou comentando sobre uma marca, é algo que no Brasil ainda não estão tão desenvolvido, apesar de o País ter tido uma rede social que foi bastante forte, o Orkut. Ele nunca se preocupou muito, nem investiu muito, no conceito de mídia social. Então, o desafio é esse agora: fazer com que todo mundo que já ama o Facebook, do ponto de vista pessoal, entender o potencial como plataforma de negócios.”
Possibilidades que a plataforma oferece
“A gente trabalha com dois tipos de publicidade: premium e market place. O segundo é feito por CPC (custo por clique) e funciona muito bem para campanhas que precisam de resposta direta, onde vai ser medido o ROI. Ou seja, empresas que fazem um trabalho mais massivo e precisam de resultados mais claros utilizam mais o market place, que está em todas as páginas do lado direito, fora do perfil. Temos também os premium ads, que estão mais focados, por exemplo, no branding. Lá você pode colocar vídeo, pesquisa. Você transforma sua campanha em um anúncio social e estimula as pessoas a curtirem. Do lado dos criativos, a gente hoje permite que qualquer empresa utilize a arquitetura e a inteligência das agências para construir em cima da nossa plataforma. O exemplo mais interessante nesse caso que vi na América Latina foi o do Magazine Luiza, que desenvolveu uma plataforma que permite que as pessoas construam pequenas lojas no Facebook. Nos EUA, empresas estão utilizando a plataforma de conexão para determinar em que projetos sociais vão investir. Então, a capacidade de se utilizar a plataforma é enorme. Diferentemente de outras empresas, que têm grandes departamentos para fazer criação, para mostrar para o cliente, para interagir com as agências, a nossa filosofia de trabalho é ter a plataforma aberta e permitir que as agências construam em cima dela.”
Expectativas de Zuckerberg em relação ao que viu em agosto de 2009, quando veio ao Brasil, e hoje (*)
“Ele estava entusiasmado na época (2009). Quando o encontrei em 2011, estava extremamente entusiasmado porque tudo aquilo que previa lá atrás estava acontecendo. O crescimento do Brasil, a qualidade do ecossistema de publicidade, o fato de ter um e-commerce desenvolvido, ter uma grande penetração de celular, tudo isso leva a companhia a olhar para o Brasil como um tremendo valor para o Facebook no longo prazo. Ele estava super entusiasmado, querendo saber o que eu estava vendo, como iria ficar, se o crescimento é consistente com as minhas expectativas.”
“Os números são muito dinâmicos. Os países estão mudando de acordo com o crescimento. Obviamente, os mais maduros têm menor crescimento porque têm uma base instalada maior. No nosso caso, estamos crescendo muito e rapidamente. Oficialmente, chegamos a 30 milhões de usuários (em novembro passado). Se pegarmos o tempo em que estávamos com 25 milhões (agosto de 2011) para agora, então, verificamos que o crescimento diário do Facebook tem sido bastante acelerado. Essa dinâmica dos países também tem mudado muito rapidamente.”
Razão da expansão no País
“O que está acontecendo agora é que o Facebook chegou num nível de utilização que faz com que o crescimento venha naturalmente. Quando você tem ainda uma baixa penetração no mercado total de internet, mas vê que o produto está crescendo rapidamente, a tendência é que esse aumento se acelere quando tiver massa crítica. É o mesmo do que acontece com uma festa. Ela só bomba realmente quando mais da metade do lugar está ocupada. O que ocorre é isso: como cresce a base muito rapidamente, cada vez mais essas pessoas que estão lá convidam mais amigos. Então, é tendência de aumento mesmo, até a gente chegar num momento de penetração maior. Nos países mais maduros, o avanço vem do crescimento orgânico da internet como um todo. A gente ainda está longe disso. Se a gente tem 80 milhões de pessoas conectadas e o Facebook tem 30 milhões, nossa base não chegou nem a 50%.”
Efeito do filme “A Rede Social” (*)
“O filme ajudou a divulgar. Foi um marketing espontâneo. Mas o fator principal, não foi. Foi chegar num nível de utilização do jeito que chegamos em janeiro (2011), assim você começa a ver esse crescimento geométrico. Temos uma análise. Quando mais de 80% das interações acontecem dentro do próprio país, a gente sabe que atingiu o tipping point. E, nesse caso, o crescimento passa a ser em proporções geométricas. Esse estágio nós atingimos em fevereiro (2011) – e em grande parte pelas férias de verão. O Facebook vinha com um crescimento em 2010, aí vieram as férias de verão e as pessoas se conheceram, trocaram e-mails e seus perfis nas redes sociais. A gente observou isso. Até 2010, grande parte das interações acontecia entre brasileiros e pessoas que moravam fora. A partir de fevereiro e março, começamos a observar que as interações são muito mais fortes internamente.”
Diferença do brasileiro para os demais usuários do Facebook (*)
“A principal é na média de amigos (a geral é 130 por pessoa). O brasileiro – e o latino no geral – é um povo muito social. E se destaca por ter mais amigos na média. Ter vários amigos está diretamente relacionado a questões culturais. Quando você passa a navegar com sua identidade real – e esse é um grande diferencial do Facebook –, e não um apelido, a chance de se conectar com mais pessoas que são realmente do círculo de amizade é muito maior. Essa talvez seja a característica mais importante. O número de horas navegadas também é maior. Já é mais tempo do que o dedicado a qualquer outro site no Brasil. Para a gente foi interessante: o brasileiro navega mais tempo no Facebook do que nas redes sociais.”
Importância do like (curtir)
“O like amplifica o conceito mais tradicional do boca a boca. A partir do momento que se dá um like, você mostra para os seus amigos que gostou de uma marca. Esse é o valor da publicidade social. As empresas estão começando a olhar para a importância do like agora, isso principalmente no Brasil e na América Latina, que são regiões menos envolvidas na questão da mídia social do que EUA e Inglaterra. O Guaraná Antarctica descobriu o poder do like. Ele fez um trabalho fenomenal e já tem mais de dois milhões de fãs. Foi a primeira marca a atingir essa marca na América Latina.”
Desafios do Brasil e da América Latina
“Vamos lembrar que o Facebook no Brasil estava muito menos avançado do que em outros países como Argentina, México e Chile. Porque o brasileiro convivia com outra rede social muito forte. A penetração do Facebook no Chile, por exemplo, é de quase 95% da população online. No México, 85%. E na Argentina, 80%. Por aqui ainda é menos da metade. O desafio maior que a gente tem é fazer com que o mercado publicitário online desses outros países caminhe na velocidade do Brasil. A gente vive essa dualidade. Por um lado, o Facebook começa a ser mais relevante aqui, depois de outros países. Por outro, a publicidade online no Brasil, no geral, é muito mais avançada, em comparação ao estágio em que estão México, Argentina, Chile e Colômbia. O nível de investimento é maior, o e-commerce é mais avançado. Por isso, a gente tem apostado tanto na operação brasileira. Essa combinação dos dois lados mostra a oportunidade de crescimento que temos.”
Educar o mercado publicitário
“A relação que os usuários têm com o Facebook é pessoal. Eles conhecem o Facebook para estabelecer, compartilhar e se conectar com pessoas, e não com marcas ainda. O desafio, portanto, é fazer com que essas pessoas que já estão lá e tem uma relação quase emocional com a plataforma entendam como usar isso para os negócios. Por exemplo, a ideia do anúncio social, com as pessoas curtindo ou comentando sobre uma marca, é algo que no Brasil ainda não estão tão desenvolvido, apesar de o País ter tido uma rede social que foi bastante forte, o Orkut. Ele nunca se preocupou muito, nem investiu muito, no conceito de mídia social. Então, o desafio é esse agora: fazer com que todo mundo que já ama o Facebook, do ponto de vista pessoal, entender o potencial como plataforma de negócios.”
Possibilidades que a plataforma oferece
“A gente trabalha com dois tipos de publicidade: premium e market place. O segundo é feito por CPC (custo por clique) e funciona muito bem para campanhas que precisam de resposta direta, onde vai ser medido o ROI. Ou seja, empresas que fazem um trabalho mais massivo e precisam de resultados mais claros utilizam mais o market place, que está em todas as páginas do lado direito, fora do perfil. Temos também os premium ads, que estão mais focados, por exemplo, no branding. Lá você pode colocar vídeo, pesquisa. Você transforma sua campanha em um anúncio social e estimula as pessoas a curtirem. Do lado dos criativos, a gente hoje permite que qualquer empresa utilize a arquitetura e a inteligência das agências para construir em cima da nossa plataforma. O exemplo mais interessante nesse caso que vi na América Latina foi o do Magazine Luiza, que desenvolveu uma plataforma que permite que as pessoas construam pequenas lojas no Facebook. Nos EUA, empresas estão utilizando a plataforma de conexão para determinar em que projetos sociais vão investir. Então, a capacidade de se utilizar a plataforma é enorme. Diferentemente de outras empresas, que têm grandes departamentos para fazer criação, para mostrar para o cliente, para interagir com as agências, a nossa filosofia de trabalho é ter a plataforma aberta e permitir que as agências construam em cima dela.”
Expectativas de Zuckerberg em relação ao que viu em agosto de 2009, quando veio ao Brasil, e hoje (*)
“Ele estava entusiasmado na época (2009). Quando o encontrei em 2011, estava extremamente entusiasmado porque tudo aquilo que previa lá atrás estava acontecendo. O crescimento do Brasil, a qualidade do ecossistema de publicidade, o fato de ter um e-commerce desenvolvido, ter uma grande penetração de celular, tudo isso leva a companhia a olhar para o Brasil como um tremendo valor para o Facebook no longo prazo. Ele estava super entusiasmado, querendo saber o que eu estava vendo, como iria ficar, se o crescimento é consistente com as minhas expectativas.”
Facebook chegará a 1 bilhão de usuários em agosto, diz pesquisa
Analista avaliou taxa de crescimento da rede social desde 2008. Potencial de aumento de usuários é maior em Índia e Brasil.
Um sétimo de todos os seres do planeta terão uma conta no Facebook até
agosto de 2012, segundo projeções feitas pelo pesquisador Gregory Lyons,
da empresa de marketing digital iCrossing. Segundo ele, a rede social
terá 1 bilhão de usuários até o verão do hemisfério norte.
Atualmente, o Facebook anuncia oficialmente que tem 800 milhões de usuários.
Lyons afirma que analisou a taxa de crescimento do número de usuários
da rede social desde o final de 2008 para projetar o aumento futuro. Ele
afirma que o crescimento do Facebook diminuiu ou parou em muitos dos
países que adotaram a rede social em um estágio mais inicial, porém o
site ainda tem crescimento forte em países como o Brasil e a Índia.
“Os dois países são grandes e tem milhões de usuários em potencial
–apenas 3% da Índia está no Facebook e, no Brasil, esse número sobe para
16%”, afirmou Lyons.
Consumidor reprova alguns comerciais de bancos, supermercados e eletrodomésticos
Pesquisa do Índice Nacional de Satisfação do Consumidor mostra que os números de aprovação caíram em dezembro
O Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC) apontou que o
brasileiro não ficou muito satisfeito com as campanhas que alguns
supermercados, bancos e marca de eletroeletrônicos apresentaram para o
seu fim de ano. O índice fechou o mês com apenas 56,2% de satisfação o
que representa uma queda de 6,6% pontos percentuais.
Algumas campanhas de rede de supermercados foram intituladas como chatas’ e ‘irritantes’, já os comerciais de banco que foram avaliados negativamente, pecaram pelo sentimentalismo e veiculação excessiva, de acordo com os consumidores.
Algumas campanhas de rede de supermercados foram intituladas como chatas’ e ‘irritantes’, já os comerciais de banco que foram avaliados negativamente, pecaram pelo sentimentalismo e veiculação excessiva, de acordo com os consumidores.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Messi, uma marca com retorno garantido
Eleito pela terceira vez consecutiva como melhor jogador do mundo, argentino eleva marcas como Adidas, Pepsi e Dolce & Gabbana
O valor de mercado do jogador é estimado em US$ 100 milhões pela Pluri Consultoria. Para efeito de comparação, seu companheiro de clube Xavi, que também concorreu ao prêmio da Fifa, é avaliado em US$ 45 milhões. O brasileiro Neymar vale US$ 50 milhões.
Mas além de brilhar em campo, Messi tem agregado valor às marcas que o patrocinam.
Seu principal contrato é com a Adidas, cujo valor é escondido a sete chaves. Outros apoiadores são Pepsi, Herbalife, Dolce&Gabbana, Audemarks Piquet, Chery, Air Europa e EA Sports, esta últimoa a marca mais recente a fechar acordo. Para elas, Messi traz valor primeiro pelo brilho e pelos resultados em campo, mas também pelo comportamento fora das quatro linhas.
Messi não é alheio a confusões e declarações polêmicas. O acesso ao atleta é bastante restrito e consta-se que ele falou com a imprensa apenas uma vez em 2011 durante as coletivas do Barcelona. Ao invés de ficar exposto, Messi se comunica por outros meios, como a Messi TV, que traz conteúdos exclusivos, como declarações e matérias sobre a vida do argentino. O Barcelona também possui uma TV com conteúdo exclusivo. Recentemente ela mostrou a foto tirada após a perda do título da Copa do Rei para o Real Madri, em que Messi aparece desconsolado. Melhor assim do que expor a tristeza em entrevistas, segundo o raciocínio do clube e do atleta.
A marca Messi é gerida pela Leo Messi Management, SL, que cuida dos patrocínios, desenvolvimento de produtos com a marca Messi, comunicação do atleta e projetos de marketing esportivo. Quem está à frente dos negócios é o pai de Messi, Jorge, presidente da empresa, além de Rodrigo, seu irmão mais velho, assessor de comunicação. Messi criou também a Fundação Leo Messi que, em parceria com outras entidades, tem a missão de gerar oportunidades iguais para todas as crianças.
O sofisticado é o que gasta
Estudo afirma que 1% dos assinantes de banda larga móvel consome metade de todos os dados transferidos
A empresa britânica Arieso em parceria com diversas operadoras móveis comprovou com dados numéricos que quanto mais avançado for o dispositivo móvel, maior será sua demanda por dados. O estudo afirmou que 1% dos assinantes de banda larga móvel consome metade de todos os dados transferidos.
De acordo com a pesquisa, os usuários de iPhone 4S utilizam o dobro de dados em relação aos usuários do iPhone 4 e o triplo em relação aos usuários de iPhone 3. Além disso, o estudo afirma que os donos do Google Nexus One utilizam duas vezes mais dados do que os usuários do iPhone 3G.
Para o autor do estudo, Michael Flanegan, tais comprovações podem ser boas ou ruins para as operadoras móveis, que com a introdução de dispositivos cada vez mais sofisticados e a crescente demanda do consumidor, podem enfrentar uma grande crise de capacidade. Ele afirma que com o primeiro estudo que compara o fluxo de dados entre aparelhos as operadoras podem se preparar e ampliar sua capacidade para esse ano.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Os veículos campeões do Facebook
Canal Esporte Interativo lidera o ranking das páginas de empresas de mídia com maior número de fãs
A página do Esporte Interativo, inclusive, foi a única, segundo o ranking da Social Bakers, a ultrapassar a marca dos dois milhões de fãs. O canal costuma fazer transmissões de partidas e jogos internacionais em sua página, o que atrai um grande número de internautas.
Em segundo lugar na lista aparece o programa Pânico, da RedeTV, com mais de 1,8 milhão de fãs. Na sequência estão o site Vagalume (hospedado no iG, especializado em letras e cifras musicais), com 1,7 milhão de fãs; o Globo Esporte, com 1,27 milhão e o Multishow, com 1,22 milhão de fãs.
Ao apresentar os dados das páginas dos veículos, o Social Bakers também atualiza o total de brasileiros inscritos no Facebook. Segundo a empresa, o País encerrou o ano com 35 milhões de usuários cadastrados – o mesmo número apontado na semana passada, por um consultor da ZenithOptimedia. Esses dados colocam o Brasil na quarta posição entre os campeões de usuários da rede social, atrás dos Estados Unidos, Indonésia e Índia.
Os assuntos que se destacaram na web em 2011
MITI Inteligência divulga números sobre os temas que movimentaram a internet no último ano
“Conhecer quais os temas que geram interesse, comentários e compartilhamentos e o porquê. Com isso, identifica-se o que atingiu repercussão real, o alcance e sua relevância, para que assim, tenhamos cada vez mais subsídios para entender e acompanhar o comportamento dos usuários”, define Elizangela.
Os temas foram divididos em cinco principais grupos:
Indústria e Varejo
Um dos temas que se destacou nesta categoria foi a denúncia de trabalho escravo da varejista Zara. Após matéria do programa A Liga, da Bandeirantes, o tema entrou no Trending Topics do Twitter e teve mais de 50 mil menções nas primeiras 24 horas, sendo nove mil só na primeira hora. Quem também se envolveu em crise nas mídias sociais em 2011 foi a marca Arezzo, após o lançamento da coleção Pelemania. O termo ficou em primeiro lugar nos TTs Brasil e no Facebook concentrou cerca de 7,5 mil pessoas interessadas em boicotar a marca em uma fan page. O sucesso ficou por conta da campanha da Nissan “Pôneis Malditos”. O assunto ficou por seis dias entre os 20 mais comentados no Twitter, além de figurar entre os dez vídeos mais assistidos no YouTube durante o ano e se tornar o vídeo primeiro em volume de views no mês de julho, lançamento da campanha, somando 14 milhões de visualizações ao longo de 2011.
Tecnologia
Em 36 horas, a morte de Steve Jobs gerou mais de oito milhões de menções no Twitter, tornando um dos assuntos de maior destaque no ano em Tecnologia, ao lado do sucesso das versões do iPad. Outro assunto que ganhou notoriedade foi a chegada do iPhone 4S às lojas do Brasil. Uma semana antes de estar nas lojas, o produto já tinha sido citado mais de um milhão de vezes no Twitter e, na semana do Natal, atingia a marca de quase 350 mil menções na rede.
Economia
Neste segmento a novidade do Black Friday movimentou as redes e a hashtag #blackfriday também foi parar nos Trending Topics. Outro assunto que gerou polêmica e repercussão foi a licença para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, principalmente com o Projeto Gota D’Água, que reuniu diversos artistas e ativistas contra a construção, movimentando mais de 480 mil pessoas na fan page do projeto.
Política
Na categoria Política, o ano foi das mulheres, com destaque para a presidente Dilma Roussef e Angela Merkel, chanceler da Alemanha. O termo “mulheres no poder” gerou mais de 170 mil resultados de busca no Google. As mortes de Osama e Kadafi, dominaram as redes sociais, só a hashtag #osama ultrapassou a marca de cinco mil tweets por segundo, conforme dados oficiais do Twitter. Conteúdos a respeito também foram publicados no YouTube e os dois vídeos mais populares sobre a morte de Kadafi tiveram quase 500 mil visualizações.
Comportamento
O Casamento Real foi um dos grandes destaques da categoria. Foram 72 milhões de visualizações no YouTube no dia da cerimônia – o casamento mobilizou a criação de eventos no Facebook como o 1º Churrasco de Casamento do Príncipe Willians, que somou 300 mil participantes confirmados na rede. Outro assunto bastante repercutido foi a morte da cantora Amy Winehouse, que gerou mais de 470 mil tweets no fim de semana do falecimento. Já o festival Rock in Rio movimentou diferentes redes: mais de 300 mil seguidores no perfil oficial do Twitter, quase 600 mil likes na sua página no Facebook, cerca de 11 mil check-in pelo Foursquare e nada menos que 3,4 milhões membros em comunidade do Orkut.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Google e Facebook ameaçam fazer apagão
Esses e outros grandes portais estariam preparando um protesto contra a aprovação da lei antipirataria dos Estados Unidos
A NetCoalition – grupo de empresas contrárias à aplicação desta Lei, formado por eBay, Facebook, PayPal, Linkedln, Google, Yahoo e outros – declarou que, como forma de protesto, poderiam promover um blackout no acesso aos sites mais acessados do planeta, como Google e Facebook. A ideia seria restringir a utilização dessas plataformas pelos usuários e, com isso, provocar uma grade repercussão que conduziria a uma reflexão maior sobre as propostas da Lei.
Desde que seu texto foi formalizado, a S.O.P.A colocou em pontos opostos os setores de comunicação e da indústria de internet dos Estados Unidos. As provadores de banda larga, de serviços a cabo e a maior parte da indústria de TV e Cinema apóia o projeto antipirataria. Já os gigantes da web, como Google, Yahoo e as demais empresas que formaram a NetCoalition alegam que a linguagem do projeto de Lei é vaga e que transfere aos portais uma responsabilidade muito grande pelo abrigo de conteúdo pirata, cujo controle e restrição é dificultado por conta do vasto número de usuários e pelas próprias redes sociais. Sendo assim, o protesto seria uma maneira de demonstrar quer tais corporações não estão dispostas a arcar com as eventuais punições e nem sofrer restrições em relação aos seus anúncios – o que poderia, também, prejudicar suas receitas.
Apesar do anúncio da NetCoalition, não foi divulgada nenhuma data para o possível blackout dos sites e tampouco os detalhes do protesto. Caso realmente optem por tirar seu conteúdo do ar por um tempo, os portais devem preparar algum tipo de informativo para seus usuários.
Ibope: só o SBT cresce em 2011
A posição das emissoras de TV aberta no ranking de audiência
nacional não mudou. Apesar disso, somente o SBT pôde, de fato, encerrar
o ano de 2011 com bons motivos para comemorar. De acordo com o
consolidado anual do Painel Nacional de Televisão do Ibope, a emissora
de Sílvio Santos – que completou 30 anos em meados de 2011 – encerrou o
ano com um crescimento de 6% em sua média de audiência geral.
Considerando a média entre as 6h e 24h (chamada de média geral pelo Ibope) o SBT conseguiu subir dos 5,3 pontos registrados em 2010 para 5,6, permanecendo no terceiro lugar do ranking nacional. Embora seja um acréscimo modesto, ele é significativo quando considerado que todas as concorrentes caíram ligeiramente – com exceção da Band que, numericamente, manteve-se no mesmo patamar.
Segundo o Ibope, a Globo continua liderando a audiência televisiva do Brasil, com uma média geral de 15,7 pontos – 1% menor do que o registrado em 2010, quando marcou 15,9 pontos. A Record permanece isolada na vice-liderança, com uma média de 6,9 pontos. Em 2010, a segunda colocada marcava 7 pontos.
A quarta colocada, após o SBT, continua sendo a Band, que manteve a média de 2,4 pontos no Ibope, com a variação negativa de apenas alguns décimos. Em quinto lugar ficou a RedeTV, que baixou um pouco sua média de 1,5 ponto registrada em 2010 para 1,4 no ano passado.
24 horas
Considerando a audiência de todo o dia (24 horas) – o que, diferentemente da contagem anterior, também inclui o período da madrugada – o crescimento do SBT foi ainda maior. A emissora passou de 4,8 pontos para 5,1, o que configura uma expansão de 7%. Por essa média de 24 horas, a Band também apresenta um ligeiro crescimento, passando de 2 para 2,1 pontos.
Também nas 24 horas do dia, Globo e Record apresentam uma ligeira queda nos números. A emissora líder passou dos 13,5 pontos registrados em 2010 para 13,4. Já a Record, reduziu sua pontuação no Ibope dos 6 para 5,9 pontos. Pelo critério de arredondamento matemático, a RedeTV manteve-se com 1,2 pontos, embora tenha caído uma casa decimal.
Horário nobre e manhã
Na faixa a partir das 18h – aquela que recebe o maior e os mais altos volumes de investimentos publicitários – o Painel Nacional de Televisão registrou números similares aos do ano anterior, com destaque para um ligeiro crescimento de Globo e do SBT. A primeira colocada no ranking conseguiu subir dos 26,1 para 26,6 pontos em 2011. Parte dessa expansão é atribuída à ótima audiência da novela Fina Estampa, que alavancou os índices da faixa das 21 horas.
O SBT também cresceu na faixa nobre. A emissora subiu dos 5,7 pontos que tinha em 2010 para 6,1no ano passado. A Record viu sua audiência encolher um pouco nessa faixa, passando de 10,1 para 9,4 pontos. A Band manteve seus 3,6 pontos enquanto a RedeTV caiu de 2,9 para 2,5.
Já no período da manhã, todas as emissoras tiveram um bom crescimento, com exceção da Globo (que caiu de 7,7 para 7,2 pontos) e da Band (que reduziu o Ibope de 1 para 0,9 ponto). O SBT cresceu de 4,9 para 4,5; a Record subiu de 4,9 para 5 e a RedeTV manteve-se com 0,5.
Casas decimais e Inter-Meios
Considerando a média entre as 6h e 24h (chamada de média geral pelo Ibope) o SBT conseguiu subir dos 5,3 pontos registrados em 2010 para 5,6, permanecendo no terceiro lugar do ranking nacional. Embora seja um acréscimo modesto, ele é significativo quando considerado que todas as concorrentes caíram ligeiramente – com exceção da Band que, numericamente, manteve-se no mesmo patamar.
Segundo o Ibope, a Globo continua liderando a audiência televisiva do Brasil, com uma média geral de 15,7 pontos – 1% menor do que o registrado em 2010, quando marcou 15,9 pontos. A Record permanece isolada na vice-liderança, com uma média de 6,9 pontos. Em 2010, a segunda colocada marcava 7 pontos.
A quarta colocada, após o SBT, continua sendo a Band, que manteve a média de 2,4 pontos no Ibope, com a variação negativa de apenas alguns décimos. Em quinto lugar ficou a RedeTV, que baixou um pouco sua média de 1,5 ponto registrada em 2010 para 1,4 no ano passado.
24 horas
Considerando a audiência de todo o dia (24 horas) – o que, diferentemente da contagem anterior, também inclui o período da madrugada – o crescimento do SBT foi ainda maior. A emissora passou de 4,8 pontos para 5,1, o que configura uma expansão de 7%. Por essa média de 24 horas, a Band também apresenta um ligeiro crescimento, passando de 2 para 2,1 pontos.
Também nas 24 horas do dia, Globo e Record apresentam uma ligeira queda nos números. A emissora líder passou dos 13,5 pontos registrados em 2010 para 13,4. Já a Record, reduziu sua pontuação no Ibope dos 6 para 5,9 pontos. Pelo critério de arredondamento matemático, a RedeTV manteve-se com 1,2 pontos, embora tenha caído uma casa decimal.
Horário nobre e manhã
Na faixa a partir das 18h – aquela que recebe o maior e os mais altos volumes de investimentos publicitários – o Painel Nacional de Televisão registrou números similares aos do ano anterior, com destaque para um ligeiro crescimento de Globo e do SBT. A primeira colocada no ranking conseguiu subir dos 26,1 para 26,6 pontos em 2011. Parte dessa expansão é atribuída à ótima audiência da novela Fina Estampa, que alavancou os índices da faixa das 21 horas.
O SBT também cresceu na faixa nobre. A emissora subiu dos 5,7 pontos que tinha em 2010 para 6,1no ano passado. A Record viu sua audiência encolher um pouco nessa faixa, passando de 10,1 para 9,4 pontos. A Band manteve seus 3,6 pontos enquanto a RedeTV caiu de 2,9 para 2,5.
Já no período da manhã, todas as emissoras tiveram um bom crescimento, com exceção da Globo (que caiu de 7,7 para 7,2 pontos) e da Band (que reduziu o Ibope de 1 para 0,9 ponto). O SBT cresceu de 4,9 para 4,5; a Record subiu de 4,9 para 5 e a RedeTV manteve-se com 0,5.
Casas decimais e Inter-Meios
Em
termos gerais, porém, o quadro das emissoras nacionais praticamente não
se alterou. Para qualquer avaliação de audiência ou elaboração de
planos de mídia (no caso do mercado publicitário), os números da TV são
arredondados seguindo os critérios matemáticos. Então, como,
numericamente, os acréscimos e quedas são pequenos, a posição das
emissoras e seus dados de audiência praticamente se igualam aos do ano
de 2010.
Apesar da aparente queda dos números de audiência, a TV Aberta nacional ainda é soberana na concentração das verbas de publicidade no País. De acordo com os mais recentes dados do Projeto Inter-Meios (que avaliam o andamento do mercado entre janeiro e outubro de 2011), a TV Aberta é dona de 63,5% de todo o dinheiro investido na publicidade do País. No período avaliado, o faturamento do meio TV cresceu mais de 8% em relação a 2010. movimentando uma quantia de R$ 14,4 bilhões.
Confira os números de audiência de 2011, segundo o Ibope
Média geral (entre 6h e 24h):Apesar da aparente queda dos números de audiência, a TV Aberta nacional ainda é soberana na concentração das verbas de publicidade no País. De acordo com os mais recentes dados do Projeto Inter-Meios (que avaliam o andamento do mercado entre janeiro e outubro de 2011), a TV Aberta é dona de 63,5% de todo o dinheiro investido na publicidade do País. No período avaliado, o faturamento do meio TV cresceu mais de 8% em relação a 2010. movimentando uma quantia de R$ 14,4 bilhões.
Confira os números de audiência de 2011, segundo o Ibope
Globo: 15,7
Record: 6,9
SBT: 5,6
Band: 2,4
RedeTV: 1,4
24 Horas
Globo: 13,4
Record: 5,9
SBT: 5,1
Band: 2,1
RedeTV: 1,2
Share (participação de mercado, na média geral):
Globo: 38%
Record: 17%
SBT: 13%
Band: 6%
RedeTV: 3%
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Infográfico: o Facebook e as marcas em 2011
A partir da ferramenta Graph Monitor, a agência Dito, especializada em aplicativos, apontou as marcas mais atuantes no Facebook junto aos usuários brasileiros
O fim da rádio Oi FM no dial
Na virada do ano, emissora deu lugar à Rádio Verão FM em todas as frequências e passou a existir somente na internet
Na noite do Reveillón 2012, os ouvintes que sintonizaram a rádio Oi FM em qualquer uma das sete praças em que ela atuava tiveram uma surpresa. Um pouco depois da meia noite do dia 1º de janeiro, o sinal da Oi foi substituído pelo da Rádio Verão, uma outra emissora pertencente ao Grupo Bel de comunicação, que operava a rádio Oi.
A mudança significa o fim do longo contrato entre o Grupo Bel e a operadora de telefonia Oi, que marcou uma das primeiras operações de rádio customizada no Brasil. Em 2005, a Oi FM entrou no ar na cidade de Belo Horizonte, com uma programação destinada ao público adulto. Posteriormente, o sinal foi estendido a outras cidades – até o final de 2011, a Oi FM existia, além de Belo Horizonte (MG), em São Paulo (SP), no Rio de Janeiro (RJ), em Recife (PE), em Ribeirão Preto/Sertãozinho (SP), em Campinas/Vinhedo (SP) e em Porto Alegre/Novo Hamburgo (RS). A Oi FM chegou a estar presente também nas cidades de Vitória, Uberlândia, Santos/Peruíbe e Fortaleza, mas as operações nesses locais foram fechadas por não terem atingido um desempenho satisfatório.
De acordo com informações obtidas junto ao Grupo Bel de comunicação, a Rádio Verão FM substituirá o espaço deixado pela Oi FM por tempo indeterminado. Existe a pretensão de uma busca por um novo patrocinador, como era a operadora de telefonia, mas ainda nenhuma negociação foi revelada.
No dial, a rádio Verão FM está sendo chamada pelo próprio número da frequência. Na geradora, em Belo Horizonte, e também em São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas, ela ganhou o nome de 91,4 FM. No Rio de Janeiro, é a rádio 102,9 FM e em Recife, é a rádio 97,1 FM.
Totalmente na web
Em alguns anúncios publicados em veículos da imprensa e em seu próprio site oficial, a Oi FM deixa de lado a informação do fim de sua existência no dial para ressaltar a sua presença na internet. O comunicado informa que, a partir do dia 31 de dezembro, a rádio passaria a existir somente na web, classificando a mudança como uma “evolução natural para uma rádio interativa”. O novo slogan adotado pela rádio é “Oi FM, agora totalmente na web”.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Flying Pigeon
A Flying Pigeon, empresa de bicicletas de luxo, fechou o seu material promocional com a mgilcomunicação.
Veja como ficaram os flyers da empresa.
2012: mercado projeta ano estável para web
IAB Brasil defende mesmo ritmo de crescimento de 2011, enquanto Abradi vê recuo nos investimentos
Se há quem veja no cenário econômico menos favorável - relativamente àquele vigente no final de 2010 -, fator capaz de arrefecer o ritmo de evolução das verbas destinadas à comunicação digital no Brasil no decorrer de 2012, existe também quem aposte não ser essa conjuntura capaz de impedir crescimento ao menos similar ao registrado em 2011.
Fábio Coelho, presidente
do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) e do Google Brasil,
integra-se a essa segunda corrente, e projeta para 2012 o mesmo índice
de expansão apurado em 2011: cerca de 40% (prevê, inclusive, repetição
dos índices especificamente relacionados a mídia display e a search,
respectivamente, 25% e algo entre 55% e 60%). “O crescimento não será
maior justamente pela economia menos favorável”, ressalta Fábio.
Para
ele, garantirão a continuidade do atual ritmo de expansão fatores como o
aumento da quantidade de internautas do país, que até o final deste ano
devem somar aproximadamente 100 milhões de pessoas - sem contar com
acessos via smartphones e tablets -, e o fato de já ter chegado a 40% o
índice de penetração da internet no Brasil. “Em outros países, quando
essa penetração atingiu tal índice, acelerou-se a expansão do
investimento em comunicação na web”, destaca o presidente do IAB Brasil.
Já Cesar Paz, presidente da Abradi (Associação Brasileira das
Agências Digitais), visualiza para 2012 incremento menos significativo
no investimento em mídias digitais - relativamente àquele registrado em
2011 -, como consequência do cenário econômico mais difícil. “Mas haverá
um crescimento de no mínimo 20%”, ele destaca.
E, na opinião de
Cesar, em 2012 a mídia digital seguirá ampliando seu share no bolo
publicitário nacional: “Como já ocorreu em 2009, em épocas de economia
mais conturbada acentua-se o processo de racionalização dos
investimentos, e ganha espaço o que pode ser mensurado e acompanhado em
tempo real”.
Possibilidades e oportunidades
Ao menos para as mais estruturadas entre elas, 2012 será um ano favorável para as agências de comunicação digital, crê Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar. Sua própria agência, ele especifica, deve manter o ritmo de expansão registrado nos últimos anos, nos quais sempre obteve índices de crescimento situados no patamar dos dois dígitos (geralmente, entre 10% e 20%).
Para Abel, além de serem as mídias digitais opções de comunicação eficazes e rentáveis tanto nos momentos prósperos quanto em épocas de economia menos aquecida, no Brasil esse universo deve expandir-se nos mais diversos quesitos: audiência, acesso a banda larga, penetração (inclusive entre as classes de menor poder aquisitivo), entre outros. “E, considerando-se sua atual audiência, e sua capacidade de engajamento, as mídias digitais são ainda subaproveitadas no Brasil”, ele destaca.
Ao menos para as mais estruturadas entre elas, 2012 será um ano favorável para as agências de comunicação digital, crê Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar. Sua própria agência, ele especifica, deve manter o ritmo de expansão registrado nos últimos anos, nos quais sempre obteve índices de crescimento situados no patamar dos dois dígitos (geralmente, entre 10% e 20%).
Para Abel, além de serem as mídias digitais opções de comunicação eficazes e rentáveis tanto nos momentos prósperos quanto em épocas de economia menos aquecida, no Brasil esse universo deve expandir-se nos mais diversos quesitos: audiência, acesso a banda larga, penetração (inclusive entre as classes de menor poder aquisitivo), entre outros. “E, considerando-se sua atual audiência, e sua capacidade de engajamento, as mídias digitais são ainda subaproveitadas no Brasil”, ele destaca.
Gal Barradas, CEO da agência F.biz, qualifica como “muita boas” as
perspectivas colocadas este ano para a comunicação digital no Brasil: “A
tecnologia está inserida na cultura contemporânea, e é impensável
qualquer estratégia de negócios ou comunicação sem o digital no centro
das estratégias”, ela diz. “O mercado digital vem crescendo a uma média
de 40% ao ano no Brasil; esperamos que essa tendência se supere, pois
além de novos negócios online surgindo, negócios brasileiros estão
atraindo mais capital nacional e estrangeiro, e isso tem reflexo nos
investimentos em comunicação”, acrescenta Gal.
Mas, embora sigam
expandindo-se vertentes já mais consolidadas da comunicação digital -
como mídia display, search e conteúdo de marca -, devem agora elevar-se
de maneira mais acelerada os investimentos em ações mobile e em mídias
sociais, prevê Cesar, da Abradi. “No ambiente das redes sociais, deve
crescer especialmente o Facebook, até porque agora ele tem operação no
Brasil”, ele especifica.
Coelho, do IAB Brasil, adiciona à lista
apresentada por Cesar com as modalidades de comunicação online com maior
potencial de crescimento, as ações relacionadas a localização e ao
comércio eletrônico. Ele também cita o governo como segmento no qual as
empresas do setor podem ampliar seus negócios de maneira mais
significativa: “Os principais anunciantes brasileiros já investem de 13%
a 15% de suas verbas - e em alguns casos mais de 20% -, em mídias
digitais; no governo, esse índice não chega a 5%”, compara Fábio.
Para
Reis, da AgênciaClick Isobar, é vasto o campo para o incremento dos
negócios também em segmentos que, embora já disponibilizem comércio
eletrônico - ou possam vir a tê-lo -, não restringem suas vendas ao
universo virtual: “Há muito potencial de expansão do comércio online de
varejos mais tradicionais, como automóveis e setor financeiro”, ele
exemplifica.
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